O governo federal retoma a política de armazenamento regulatório no país. As compras iniciais são de milho, mas governo Lula quer comprar também dos produtores o arroz e feijão
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou hoje que comprará 500 mil toneladas de milho em áreas onde o preço estiver abaixo do preço mínimo para formar reservas nacionais.
A operação custará cerca de R$ 400 milhões e será defendida para garantir a segurança alimentar e a soberania nacional no Brasil. Outros produtos estratégicos, como arroz e feijão, serão estocados pelo governo, mas ainda não há previsão de compra.
Os preços mínimos desses produtos podem ser aumentados na safra 2023/24 para aumentar a produção no campo e permitir a disponibilização de alimentos para estocagem pública, o que só pode acontecer se os preços permanecerem abaixo desses índices.
